Hegemonia do erro, ou era do anticristo

Sob o capitalismo, a classe burguesa sustenta o poder não somente porque controla os meios de produção, mas também por que ela estabelece uma ‘hegemonia’ sobre toda a sociedade civil e o Estado, reservando para si mesma os órgãos do governo e as posições-chaves de influência em todas as instituições da sociedade civil. Religião, educação, comunicação, quer dizer, toda atividade que traz embutida a ordem social existente recai sob o regime do controle burguês. Os resultados desta hegemonia são duplos. Primeiro, ela permite a uma classe exercer (conscientemente ou não) uma vontade política concertada, e, então, controlar os efeitos de uma crise econômica, e garantir a sobrevivência da ordem social da qual deriva seu poder. Segundo, ela coloca nas mãos de uma classe dominante os instrumentos de educação e doutrinação, pelos quais ela pode persuadir as outras classes a aceitar seu governo como natural e legítimo. Assim, os sacerdotes, ao inculcar os hábitos de obediência à autoridade, e por disfarçar todas as instituições existentes em um manto de ordenação divina, induzem a massa do povo a aceitar a ordem política que os governa.

Em virtude dessa influência dual, a classe dominante pode empenhar-se por si mesma em superar as pressões que advêm da base econômica. Mudanças na superestrutura não são, portanto, determinadas somente pelas mudanças na base: a causalidade é, de fato, recíproca. Em outras palavras, a teoria marxista da história, que explica todo desenvolvimento histórico em termos econômicos, é falsa. O desenvolvimento histórico é tanto o resultado da vontade política (como nossos historiadores ‘burgueses’ sempre insistiram) quanto o resultado das transformações ‘materiais’.

É claro, Gramsci não coloca isto deste modo – ele fala de uma relação ‘dialética’ entre superestrutura e base, usando, assim, o jargão marxista de forma a mascarar seu profundo acordo com a proposição fundamental do conservadorismo, a proposição de que a história não está do lado de ninguém. No entanto, a refutação de Gramsci do determinismo marxista é igualmente fundamental para sua própria ‘filosofia da práxis’. Ela lhe permitiu fazer o que o marxismo clássico não pôde reabilitar a esfera política. A política é não mais uma resposta às forças econômicas que brotam da terra, mas um princípio ativo de mudança, que pode colocar-se contra aquelas forças e aplacá-las ou controlá-las. A política comunista envolverá a substituição sistemática da hegemonia dominante. Assim, a superestrutura será transformada de forma gradual, ao ponto em que a nova ordem social, cuja emergência foi permanentemente bloqueada pela velha hegemonia, pode finalmente de vir à tona sob seu próprio impulso. Este processo é chamado de ‘revolução passiva’, e pode ser realizado somente pela conjunção de duas forças: a exercida de cima pelos comunistas intelectuais, que gradualmente deslocam a hegemonia da burguesia, e aquela exercida de baixo pelas ‘massas’, que carregam em si mesmas a nova ordem social que cresce por seu trabalho. A transformação ocorre somente quando estas forças agem em harmonia, como um ‘bloco histórico’: e o papel do partido é produzir esta harmonia, ao unir os intelectuais às massas em uma só força disciplinada. Este partido é o ‘Príncipe moderno’, o único agente da mudança política verdadeira, que pode transformar a sociedade somente porque absorve em sua ação coletiva todas as menores ações da intelligentsia, e combina-se com a força das massas proletárias, dando força a uma e orientação a outra. Assim, o partido deve ser integrado à sociedade civil – ele deve gradualmente impor sua influência em toda a sociedade e, na realidade, substituir toda organização que sustenta alguma posição dentro da hegemonia da influência política” (Roger Scruton. Pensadores da nova esquerda. Trad. Felipe Garrafiel Pimentel. É Realizações Editora. Edição digital: 2014, Capítulo 8 – Antonio Gramsci, pp. 91-93).

Essa longa citação é justificada por sua grande atualidade, porque o mundo passa por uma crise de visões de mundo que pretendem a hegemonia, ambas equivocadas em seus fundamentos.

De um lado temos a visão capitalista burguesa, fomentada principalmente pelo cristianismo protestante que se vale da visão política de Agostinho de Hipona sobre as duas cidades, também adotada pelo catolicismo romano; de outro, a visão comunista ou socialista, com seu materialismo intrínseco e tornado ultrapassado pelas descobertas da nova física.

No mundo jurídico essas visões são muito claras, ainda que nem sempre se mostrem de modo antagônico, pois a liberdade individual é usada como argumento das duas perspectivas, defendendo-se um atomismo da pessoa na sociedade, seja no aspecto do consumo material, seja na suposta autonomia moral ou sexual. Em nosso mundo os direitos individuais sufocam os deveres e responsabilidade sociais, rompendo a unidade da humanidade.

A visão já antecipada pelo Apóstolo Paulo mostra essa realidade atual:

Sabe, porém, o seguinte: nos últimos dias sobrevirão momentos difíceis. Os homens serão egoístas, gananciosos, jactanciosos, soberbos, blasfemos, rebeldes com os pais, ingratos, iníquos, sem afeto, implacáveis, mentirosos, incontinentes, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres do que de Deus; guardarão as aparências da piedade, negando-lhe, entretanto, o poder” (2Tm 3, 1-5).

A visão egoísta tem se destacado no planeta como um todo, do Brexit à eleição de Trump, do consumo de drogas à atividade sexual desregrada, dos produtos descartáveis aos alimentos industrializados nocivos à saúde, de modo que a noção de humanidade se limita ao discurso vazio, com sua limitação pessoal ou nacional.

Em 2018 se completam cinquenta anos dos movimentos de 1968, em que a juventude, instigada por ideias como as de Gramsci, elaboradas anos antes, mostrou a vontade de modificar as tradições então vigentes, tanto no campo dos costumes quanto no mundo político.

E pode-se dizer que o movimento foi um sucesso, pois hoje a hegemonia materialista e individualista é incontestável no ocidente, sendo visto como retrógrado ou medieval aquele que não aceita as propostas “modernas” de mundo, como a pauta gay, trans e abortiva. A grande mídia faz as vezes de uma nova inquisição, tentando expor ao ridículo qualquer um que manifeste uma posição conservadora, taxando de homofóbico ou fundamentalista religioso, em tom negativo, os que contrariam essa pauta neocomunista que ataca a família, tachada de burguesa. No aspecto moral não se pode defender uma normalidade, uma regra de caráter universal, pois o argumento é logo contrastado com a alegação de que a moral é uma questão cultural e, portanto, relativa.

Na outra vertente, existe a defesa da redução do Estado e dos benefícios sociais, no sentido de que o mercado deve governar o sucesso ou fracasso econômico das pessoas e das nações, quando a justiça social e a defesa do órfão, da viúva e do estrangeiro são defendidas desde o Antigo Testamento. Ao mesmo tempo, a elite financeira continua aumentando sua riqueza em decorrência do consumo desenfreado de bens, cada vez mais descartáveis. Os muito ricos ficam a cada dia mais ricos.

O que governa o mundo atualmente é a irracionalidade, ou o anticristo, e por isso vivemos na hegemonia do erro, ou a era do anticristo. O Cristo é o ungido pelo Logos, pela Razão ou Espírito Santo, pelo Espírito Saudável, pelo Espírito Integral, enquanto o anticristo encarna em sua vida uma ideia ou razão egoísta, parcial e que não se sustenta, não pode ser replicada por todos ou indefinidamente.

Quem é o mentiroso senão o que nega que Jesus é o Cristo? Eis o Anticristo, o que nega o Pai e o Filho. Todo aquele que nega o Filho também não possui o Pai. O que confessa o Filho também possui o Pai” (1Jo 2, 22-23).

Enquanto a chamada esquerda nega o Pai, não reconhece a Ordem Espiritual do mundo, defendendo a exclusividade material do mundo e dos fenômenos, a dita direita não reconhece o Filho no outro, porque o Filho se tornou membro da trindade e vive no além, e não encarna no mundo, o Logos ou Verbo foi desencarnado. O tempo do anticristo é o do individualismo, do egoísmo, da promoção da injustiça espiritual e social.

Se sabeis que ele é justo, reconhecei que todo aquele que pratica a justiça nasceu dele” (1Jo 2, 29).

Filhinhos, que ninguém vos desencaminhe. O que pratica a justiça é justo, assim como ele é justo. Aquele que comete o pecado é do diabo, porque o diabo é pecador desde o princípio. Para isto é que o Filho de Deus se manifestou: para destruir as obras do diabo. Todo aquele que nasceu de Deus não comete pecado, porque sua semente permanece nele; ele não pode pecar porque nasceu de Deus. Nisto se revelam os filhos de Deus e os filhos do diabo: todo o que não pratica a justiça não é de Deus, nem aquele que não ama o seu irmão” (1Jo 3, 7-10).

Assim se manifesta a hegemonia do erro, quando se nega a realidade espiritual e quando se nega a realidade material, quando o suicídio espiritual é aceito como normal, no caso do comportamento sexual e moral anômalo dos gays e trans, na medida em que essas atitudes interrompem o fluxo da vida e não permitem a continuidade humana natural, e quando não há amor ao irmão, deixando-o à própria sorte, sem meios de subsistência ou de prosperar materialmente.

A hegemonia do erro mostra o momento de crise em que vivemos, como já ocorreu anteriormente na História sagrada, e que ampara aqueles que resistem ao sistema, os que pretendem ser o resto que será salvo.

Naquele dia, o rebento de Iahweh se cobrirá de beleza e de glória, o fruto da terra será motivo de orgulho e um esplendor para os sobreviventes de Israel. Então o resto de Sião e o remanescente de Jerusalém serão chamados santos, a saber, o que está inscrito para a vida em Jerusalém” (Is 4, 2-3).

Porque antes destes dias o salário do homem não existia e o salário dos animais era nulo. Para o que saía e voltava não havia paz por causa do inimigo; eu tinha lançado os homens todos uns contra os outros. Mas agora não sou para o resto desse povo como nos dias passados, oráculo de Iahweh dos Exércitos. Porque a semeadura será em paz, a vinha dará o seu fruto, a terra dará os seus produtos, o céu dará o seu orvalho. Eu darei tudo isto em herança ao resto deste povo” (Zc 8, 10-12).

Assim, aquele que quer se salvar deve escolher a porta estreita, a porta do Espírito, da Razão, vigiando e orando para não ser engando pelo mundo de irracionalidade que nos rodeia. “Entrai pela porta estreita, porque largo e espaçoso é o caminho que conduz à perdição. E muitos são os que entram por ele. Estreita, porém, é a porta e apertado o caminho que conduz à Vida. E poucos são os que o encontram” (Mt 7, 13-14).

Últimos Acontecimentos

Últimos Acontecimentos é uma página da internet (http://www.ultimosacontecimentos.com.br/), que tem o “o objetivo de diariamente pesquisar nos diversos meios de comunicação as notícias do cumprimento das profecias descritas na bíblia que nos fazem refletir sobre quão próximo está a sua volta (de Cristo)”.

Este artigo é também uma homenagem ao referido sítio, que tem o mesmo fundamento de busca que o meu, a realidade de Cristo e a veracidade das profecias bíblicas. Cheguei a essa página a partir de outra com a mesma finalidade, e já citada, Projeto Ômega (http://projetoomega.com/).

No fim das contas estamos todos em busca da Verdade, da verdadeira Ciência, da História da Humanidade, cada um com as informações de que dispõe. História é uma palavra de origem grega que significa “testemunho”, “conto”, “narrativa”, “registro”, “conhecimento através de investigação”. A História reúne informações sobre os eventos passados, dando-lhes unidade significativa, sentido, para permitir seu entendimento.

História pressupõe memória e raciocínio, coletando informações conhecidas para se chegar a uma narrativa que satisfaça os conceitos de razão e lógica, com significado. Tudo que fazemos pressupõe conhecimento histórico, desde o acordar até o dormir. Acordamos em um local que é por nós conhecido, porque antes de dormir estávamos nele mesmo, pelo que fazemos uma ligação entre um evento e outro. Se uma pessoa dorme em um local e acorda em outro, ou não se recorda como chegou àquele ponto, a história está incompleta, carecendo de complemento. Mesmo na física, a história é um elemento fundante do conhecimento, pois o movimento pressupõe a história do deslocamento ou o caminho da partícula, ou da transformação da energia.

Portanto, para a melhor história são necessárias as melhores informações e a melhor lógica, a melhor razão para sua unificação semântica, para o sentido coerente, da maior e melhor unidade significativa possível. Assim, busco as melhores informações científicas, seja da Teologia, da Física, da Psicologia, do Direito, da História tradicional, da Filosofia, para uni-las em um mesmo contexto de significado. E fazendo isso concluo a Verdade Científica da Bíblia, ou seja, a Boa Nova, que Deus efetivamente governa o Cosmos, e está conduzindo os destinos da humanidade, segundo as profecias bíblicas, em sua correta interpretação, ou hermenêutica.

“Antes de mais nada, sabei isto: que nenhuma profecia da Escritura resulta de uma interpretação particular, pois que a profecia jamais veio por vontade humana, mas homens, impelidos pelo Espírito Santo, falaram da parte de Deus” (2Pd 1, 20-21).

E Deus é o Verbo, ou Logos (Jo 1, 1), que é também Palavra e Discurso, e Razão, portanto a correta interpretação das Escrituras depende do Logos, que se manifestou em Jesus Cristo, a Palavra, que é a chave para a interpretação da História, e por isso pode-se dizer que Ele é o “Princípio da criação de Deus” (Ap 3, 14), e que “Tudo foi feito por meio dele e sem ele nada foi feito” (Jo 1, 3), sendo a unidade que dá sentido ao Todo, o Universal fundamental.

A Bíblia nos diz que a criação foi feita para o Homem (Humanidade), criado à imagem e semelhança de Deus. “Deus é espírito” (Jo 4, 24), e o homem tem seu Espírito, “Ou não sabeis que o vosso corpo é templo do Espírito Santo, que está em vós e que recebestes de Deus? … e que, portanto, não pertenceis a vós mesmos? Alguém pagou alto preço pelo vosso resgate; glorificai, portanto, a Deus em vosso corpo” (1Cor 6, 19-20).

Deus é a Causa Primeira, a Razão de todo movimento, o Criador, e é por esse Espírito, por essa Razão, ou Ideia, que une todas as coisas, que podemos investigar todas as coisas, é pelo Espírito que temos Ciência, Razão, Logos.

Jesus Cristo seguiu o Espírito Santo, que é a Razão Integral e Perfeita do movimento cósmico, Encarnando-o, ou seja, movimentou-se em sua Vida conforme O Espírito de Deus, e por isso é Filho de Deus. Assim, ele resgatou a Unidade da Criação, do Cosmos, do Sentido da Vida, mostrando que a Vida não é apenas corporal e não é individual, é mais que isso, e como recompensa por sua fidelidade ele foi ressuscitado primeiro, e não apenas por isso, para mostrar a verdade de seu Testemunho, da sua Hermenêutica da realidade. Sua ressurreição era a prova de que os discípulos precisavam para continuar o Caminho de Vida de Jesus, propagando o Evangelho a todas as criaturas. Sem a ressurreição, cuja prova é essencialmente testemunhal, apesar da possibilidade da sua experiência direta, como no caso dos apóstolos e de Paulo de Tarso, Jesus seria considerado mais um profeta fracassado e não haveria cristianismo.

“Ora, Deus, que ressuscitou o Senhor, ressuscitará também a nós pelo seu poder” (1Cor 6, 14).

A fé cristã é a fé na ressurreição, pois o mundo não se limita a esse corpo visível, existindo uma realidade e uma unidade além da matéria aparente. Nesse aspecto, o materialismo da relatividade de Einstein e os limites da velocidade da luz não são suficientes para explicar os fenômenos quânticos, como seus saltos ou a não localidade da realidade.

“Se não há ressurreição dos mortos, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, vazia é a nossa pregação, vazia também é a vossa fé” (1Cor 15, 13-14).

Jesus Cristo já sabia da realidade espiritual, e foi fiel até a cruz para cumprir as profecias, fazer a vontade do pai. “Afastando-se de novo pela segunda vez, orou: ‘Meu Pai, se não é possível que esta taça passe sem que eu a beba, seja feita a tua vontade!’” (Mt 26, 42). Ele não queria passar pela tortura e crucificação, mas como esses eram eventos que o Messias profetizado deveria realizar, Jesus cumpriu a vontade do Pai. O Messias deveria morrer para cumprir o sacrifício, na medida em que a religião judaica tinha um culto ritual de sacrifício, e assim Jesus é a perfeição do culto religioso, cumprindo a Lei e os Profetas.

“Ora, ele morreu por todos a fim de que aqueles que vivem não vivam mais para si, mas para aquele que morreu e ressuscitou por eles” (2Cor 5, 15).

Jesus, como imagem de Deus, foi realizador de Seu Espírito, e nós, como imitadores de Deus por meio de Cristo, somos chamados cristãos.

“Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, em sua grande misericórdia, nos gerou de novo, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, para uma esperança viva, para uma herança incorruptível, imaculada e imarcescível, reservada nos céus para vós, os que, mediante a fé, fostes guardados pelo poder de Deus para a salvação prestes a revelar-se no tempo do fim” (1Pd 1, 3-5).

A História da Humanidade é aquela da geração de todas as coisas, do ser humano, da Queda e do Resgate, por meio de Cristo. A Queda significou a separação da Humanidade, por Adão, do Espírito de Deus, da conexão com o Cosmos, a Natureza; e Jesus Cristo, por sua Vida e sacrifício, nos resgatou para Deus, recuperando o sentido do Espírito, sua eternidade e a Integridade e Santidade da Vida.

“Pois, assim como todos morrem em Adão, em Cristo todos receberão a vida. Cada um, porém, em sua ordem: como primícias, Cristo; depois, aqueles que pertencem a Cristo, por ocasião da sua vinda. A seguir haverá o fim, quando ele entregar o reino a Deus Pai, depois de ter destruído todo Principado, toda Autoridade, todo Poder” (1Cor 15, 22-24).

Por sua fidelidade e para nossa esperança, Cristo ressuscitou primeiro. No início do Reino, os de Cristo ressuscitarão, para o Milênio. Assim como o Cristo ressuscitado não apareceu para todos, mas para os seus, a primeira ressurreição provavelmente será visível apenas para os que estiverem se santificando para Cristo, e estes serão os governadores da Humanidade, para Deus, durante o Milênio, os reis sacerdotes de Cristo. O Evangelho, como Boa Nova, é a notícia da proximidade da realização do Reino de Deus, quando se efetivará a Justiça, nos níveis individual e coletivo, inclusive no plano da política internacional, que está flagrante estado de transição.

Essa é a História da Humanidade, segundo as profecias. Daí porque efetivamente estamos vivendo os Últimos Acontecimentos. A História da Humanidade, de aproximadamente 200.000 (duzentos mil) anos passa pelos seus eventos finais, em termos de sentido, e esse sentido nos é dado por Cristo, pois por meio dele tivemos acesso novamente ao Espírito, que une os homens em espécie, unidade coletiva.

No dia da redação deste texto, providencialmente, já pensando neste artigo, quando fui guardar umas revistas antigas, vi a capa da revista Veja, edição 2475, ano 49, n.º 17, de 27 de abril de 2016, não o rosto de Eduardo Cunha, mas o detalhe superior com o título: “ELES INVENTARAM O MUNDO: Há 400 anos morriam Shakespeare e Cervantes, dois gênios que revolucionaram o modo como o homem vê a si mesmo”.

A História não resume aos últimos 500 (quinhentos) anos.

Desde a vinda do Messias, Jesus Cristo, Que efetivamente revolucionou o modo como o homem vê a si mesmo, estamos vivendo os Últimos Acontecimentos, e agora, especialmente, mais ainda, pelo cumprimento de outras profecias messiânicas.

DEUS, POR SEU ESPÍRITO, CRIOU O MUNDO, e sua manifestação em e por Jesus Cristo, nos deu conhecimento da Verdade, e por isso se diz que por Ele, pelo Cristo, pelo Espírito Santo nele encarnado, foram feitas todas as coisas, o Logos expresso por Cristo, e por sua ressurreição fomos gerados de novo, pelo Espírito, e assim Ele criou todas as coisas. Pelo Logos temos o sentido total da História, do princípio ao fim, do alfa ao ômega, e então por Cristo fomos gerados de novo, para o Espírito Santo, que explica todas as coisas.

Para conhecimento da Verdade da História são necessárias as corretas informações, tendo como base o modelo da Bíblia, e assim fica sugerida a busca de dados em sítios e fontes especializadas, seja de Física, Psicologia, História etc, especialmente sobre as Escrituras, inclusive o sítio citado, para saibamos mais detalhes dos Últimos Acontecimentos.